Uma vez que a ferida tenha sido completamente limpa e remendada, ela é coberta com um curativo que, na maioria das vezes, deve permanecer no local por um tempo para proteger a ferida de patógenos. Apesar de ser limpo, no entanto, sempre há a chance de que uma infecção se forme independentemente, e é aí que um novo tipo de curativo ‘inteligente’ entra.

O curativo inteligente destina-se a diagnosticar infecções assim que elas começam a se formar, dando aos médicos a oportunidade de tratar o problema antes que se torne um problema maior. O sistema funciona incorporando minúsculos nanosensores nas fibras da bandagem; esses sensores são compostos de nanotubos de carbono de parede única que captam o peróxido de hidrogênio, que é produzido quando há presença de bactérias nocivas.

Quando os nanossensores captam o peróxido de hidrogênio, sua fluorescência muda de uma forma que é detectável usando um ‘dispositivo vestível miniaturizado’, de acordo com os pesquisadores. Este dispositivo enviaria um alerta ao smartphone do usuário, sem fio, para informá-lo de que atenção médica pode ser necessária.

A bandagem inteligente pode ser particularmente útil para diabéticos cujas feridas demoram mais para cicatrizar e têm maior probabilidade de formar infecções. Ao identificar uma possível infecção mais cedo, isso poderia permitir que os médicos tratassem o problema precocemente e potencialmente salvasse o paciente de resultados mais drásticos, incluindo coisas como uma amputação.

Pesquisas adicionais sobre as bandagens inteligentes são necessárias, com a próxima etapa sendo uma fase que envolve a verificação da tecnologia usando uma placa de Petri cheia do mesmo tipo de células que você encontraria em um ferimento superficial. Os testes envolveram pequenas bandagens como a apresentada acima, mas os pesquisadores observaram que os mesmos nanosensores também podem ser usados ​​em bandagens grandes.

Fonte: The University of Rhode Island

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