Um programa chamado Bosques da Memória, que foi idealizado por três redes de ONGs, pretende plantar uma árvore para cada pessoa que foi vítima do coronavírus no Brasil. O projeto visa restaurar a floresta de Mata Atlântica, ao mesmo tempo em que presta uma homenagem às pessoas que vítimas da pandemia.

Essa campanha é uma promoção conjunta da Rede de ONGs da Mata Atlântica – RMA, da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica – RBMA e do PACTO pela Restauração da Mata Atlântica. É desenvolvida de forma participativa e colaborativa. Está aberta às pessoas e instituições interessadas, contando, desde o início, com várias entidades parceiras como a Associação em Defesa do Rio Paraná, Afluentes e Mata Ciliar – Apoena e a Associação Mico-Leão-Dourado – AMLD.

​É também um espaço de divulgação de outras iniciativas que tem o mesmo objetivo e que vem sendo desenvolvidas por famílias, grupos e instituições.

“Vamos manter os bosques vivos. Esse é um compromisso com as famílias”, explica Ludmila Pugliese, coordenadora do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, uma das redes na organização da campanha. As outras duas são a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Rede de Ongs da Mata Atlântica, que reúne 280 organizações que trabalham com conservação. É essa capilaridade e a experiência de décadas que permitiu estabelecer a meta de plantio num dos ecossistemas mais degradados do Brasil, hoje reduzido a 11,73% da vegetação original.

A campanha Bosques da Memória, além de buscar a transformação desse momento de tristeza e devastação em esperança na Mata Atlântica, marca o início da Década da Restauração de Ecossistemas 2021-2030 declarada pela ONU.

Fonte: Bosques da Memória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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